16ª Edição

Vaquinha (Diabrotica speciosa) no milho

A Vaquinha (Diabrotica speciosa) é uma praga polífaga, amplamente distribuída nos Estados brasileiros. Os adultos danificam a parte aérea do milho causando desfolha e em alguns casos são vetores de patógenos. A alimentação dos
adultos transmite inúmeras viroses para as plantas.
A larva tem sido considerada uma das principais pragas subterrâneas de culturas como o milho. Elas alimentam-se das raízes, reduzindo a capacidade da planta em absorver água e nutrientes, tornando-as menos produtiva e sujeita ao
acamamento, causando perdas na colheita. Para a cultura do milho têm sido relatadas perdas na produção variando entre 10 e 13% devido ao ataque, quando ocorre alta infestação desta praga.
Os adultos são de coloração esverdeada apresentando três manchas amarelas em cada asa, pernas e patas negras e cabeça marrom. Medem cerca de 6 mm de comprimento. A longevidade dos adultos, pode variar de 41,8 a 55,5 dias para os machos e de 51,6 a 58,5 dias para fêmeas.
A oviposição é realizada no solo ao redor das plantas, o período de incubação varia de 6 a 8 dias. A fase larval passa por três instares e a larva atinge 10 mm de comprimento, o ciclo de vida varia de 24 até 40 dias.
Apesar dos adultos alimentarem das folhas e dos estilo-estígmas nas espigas do milho, a fase larval é considerada problemática para a lavoura. O desenvolvimento da larva é favorecido pela maior umidade e matéria orgânica existente no solo. Cerca de 90% das larvas se concentram ao redor das plantas.
No milho, o ataque da larva danifica o sistema radicular das plantas, causando sintomas aparentando deficiência de nutrientes. As plantas emitem raízes adventícias nos nós e desenvolvem um colmo em forma curvada em um formato de “pescoço de ganso”.
A persistência dos inseticidas tem sido considerada um fator importante no controle da larva de Diabrotica. O ideal é que o inseticida persista no solo por seis a dez semanas. O uso de inseticidas granulados ou em pulverização no sulco
de plantio são alternativas eficientes para o controle da larva.
Existem várias opções de inseticidas para o controle de larvas de Diabrotica. As formulações disponíveis possibilitam a utilização via tratamento de sementes, pulverização e grânulos aplicados no sulco de plantio.
Como estratégia para o uso de controle cultural, é importante considerar que a umidade e o método de preparo de solo podem afetar a população de larvas. Os adultos têm uma nítida preferência para ovipositar em solos mais escuros com
maiores teores de matéria orgânica e de umidade. Outro fator que afeta a população de larvas é o método de preparo do solo. A ocorrência de larvas de vaquinha tem sido relatada como mais frequentes nos sistemas de plantio convencional do que no sistema de plantio direto.
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