29ª Edição

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HELICOVERPA ARMIGERA MIGRAM DE PLANTAS GUAXAS PARA SOJA

Com o início do plantio da soja em Mato Grosso, os problemas com a Helicoverpa voltam a aterrorizar os produtores. Casos da praga já foram registrados em cinco grandes propriedades em municípios como Campo Novo dos Parecis e Sapezal, nos últimos dias, mas segundo o diretor técnico da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Nery Ribas, a lagarta está por todo o estado, “só ainda não foi detectada e identificada”.
Frente a isso, a orientação é que os produtores façam um monitoramento intenso e sem descanso das lavouras, pois o controle da praga no estágio de instar, ou seja, larval, quando a lagarta tem menos de um centímetro, é mais fácil.
Mas a situação no estado ainda se complica, pois o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) têm divulgado informações sobre grandes infestações em áreas com plantas guaxas. Essas plantas são hospedeiras em
potencial para pragas e doenças, entre um cultivo e outro.
São elas que têm permitido casos onde as lagartas possuem tamanho de 15 dias enquanto a soja tem apenas 5 dias. O coordenador da Comissão de Defesa Sanitária Vegetal, Wanderlei Dias Guerra é incisivo: é preciso destruir essas plantas para que a lagarta, posteriormente, não migre para a soja.
Todo esse contexto necessita da adoção de uma postura proativa de produtores e seus colaboradores, engenheiros agrônomos, técnicos e consultores, incluindo o Manejo Integrado de Pragas (MIP), com o cultivo de áreas de refugio, uso racional de inseticidas, preservação dos inimigos naturais, adoção de um vazio sanitário como forma de evitar a chamada “ponte biológica” ou “ponte verde” que fornece alimento às lagartas e outras pragas de forma ininterrupta.
O monitoramento do ciclo da praga, lagartas pequenas ou adultas, também auxilia na identificação para escolha dos inseticidas, biológicos ou químicos, a serem utilizados.
Fonte: Agrolink

KIT BIOHELICOVERPA

São armadilhas com feromônios para as lagartas Helicoverpa, que devem ser instaladas logo após o plantio e mantidas até o final do ciclo. Deve-se fazer a troca dos septos a cada 6 a 8 semanas, nunca os descartando no campo de cultivo para evitar competição e redução de captura das armadilhas.
As armadilhas devem ser inspecionadas a cada 3 dias, entretanto, se houver suspeita de infestação deve-se inspecionar diariamente.
Estas armadilhas estão disponíveis na Agrofértil, caso tenha interesse em adquiri-las ou dúvidas venha até nossa revenda e converse com um de nossos Gestores Técnicos Comerciais.

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